2. O Islam é uma religião natural que não contradiz a razão

June 22, 2013 in A Última Religião Divina ISLAM

O Islam é endereçado a toda humanidade. Suas regras essências não foram determinadas a partir de incidentais, temporárias ou características parciais, mas de acordo com as originais e naturais tendências e necessidades que originam-se  na maneira como a humanidade foi criada. Por esta razão, o Islam é uma religião natural e nunca se torna antiquada.

Os princípios de sua fé não foram baseados em coisas extraordinárias, mas sim no intelecto e em nítidas realidades. Assim, o Islam nunca contradiz verdades cientificas. Quando ordens em relação à adoração e as praticas são examinados torna-se imediatamente óbvio o quão bem estas ordens se encaixam com a natureza humana.

Assim como a inteligência é o mais importante traço da humanidade, o Quran concentrasse em usar a inteligência e o raciocínio. Ele convida a humanidade a pensar, a explorar e usar a sua inteligência da melhor maneira em mais de 750 versos.[1]

Quando as pessoas que não acreditavam no mensageiro de Allah disseram: “Nos mostre algum milagre e então acreditaremos em Allah e reverenciaremos a ti como profeta”, Allah não gostou da proposta deles: Ele os encorajou-os a observarem a terra e os céus e pensar sobre eles, ao invés de querer ver milagres para acreditar em Deus.

Desde que o Islam atribuiu grande importância ao intelecto ele proibiu substancias que o inibem como o álcool e os narcóticos. É de senso comum que é melhor para os humanos estarem alertas do que sonolentos e que a indolência e a embriaguez não trazem benefícios.

Como conseqüência por ser natural, o Islam propõe adiante regras realistas. Não há regras no Islam que sejam impossíveis de serem implementada, tendo a ausência de qualquer coisa perturbadora ou difícil para a natureza humana. Alguns exemplos:

Se não há água para fazer a ablução (wudhu) ou se a pessoa não pode usar água por algum problema de saúde, ele pode fazer a ablução seca com areia limpa (tayammum).

Se alguém não pode fazer os movimentos da oração de pé, ele pode realizar deitado ou menos por acenos e sinais.

Se o jejum não pode ser feito, ele pode ser recuperado em um momento posterior ou pode-se doar dinheiro aos pobres ao invés de jejuar.

Pagar a contribuição aos pobres (Zakat) e fazer a peregrinação (Hajj) é obrigatório (fardh) apenas a quem tem condições suficientes.

Uma pessoa que convida as outras pessoas ao Islam só tem a responsabilidade de explicar a religião de uma maneira atrativa  ele não deve “tentar converter a qualquer custo os outros em muçulmanos”.



[1].      Ayşe Sucu et al., Gençlik ve Din (Youth and Religion), p.220.