b. Ele nos esclarece as descobertas científicas.

June 22, 2013 in A Última Religião Divina ISLAM

No Nobre Quran, há muitos nobres versos que clarificamos avanços e descobertas científicas. Estes versos também podem ser considerados como informações para nós sobre o futuro. O principal objetivo do Islam é estabelecer a Unicidade de Deus nos corações das pessoas e servir como um guia para o verdadeiro caminho. Na verdade, ele apresenta todos os temas considerados como referência para o principal objetivo. No entanto, as informações que eles nos trazem no campo das ciências físicas servem como uma lição para a humanidade e também esta totalmente em conformidade com as verdades conhecidas como nos exemplos a seguir:

O Nobre Quran apresenta algumas informações originais sobre a questão da reprodução e formação do embrião, que a ciência moderna só recentemente foi capaz de descobrir.[1] Em seu livro de embriologia, após explicar os estágios do embrião humano no útero, o Prof. Dr. Keith L. Moore comparou as informações de seu livro com os nobres versos do Quran. Ele concluiu que a ciência esta de acordo com o Nobre Quran, ainda mais, que o Quran esta a frente da ciência da medicina com os exemplos e as descrições que ele dá. Após suas pesquisas, Moore sentiu uma grande admiração pelo Quran e pelo Profeta (que a paz e as bênçãos estejam com ele) e ele reconheceu o milagre do Quran de mais de 1.400 anos em um estado de grande crença. Ele adicionou as informações que ele aprendeu no Quran na segunda edição de seu livro Before we are Born. Quando ele se pergunta:

“Como podemos explicar a existência dessas informações no Quran?” Ele responde:

“O Quran nada mais é que a revelação de Allah.”[2]

Há alguns anos, foi descoberto que o universo esta em expansão e que as galáxias afastam-se umas das outras em uma tremenda velocidade. Segundo esta lei, nós é apresentado que o universo possui um infinito poder, estas grandes galáxias estão se afastando umas das outras na proporção de suas distancias entre elas. Por exemplo, uma galáxia que esta a 10 milhões de anos luz de nós move-se, afastando-se de nós, em uma velocidade de 250 quilômetros por segundo.[3] Esta situação é apontada no Nobre Quran da seguinte forma:

“E construímos o firmamento com poder e perícia, e Nós o estamos expandindo.” (Adh-Dhariyat (Os Ventos Disseminadores), 51:47)

Deus Altíssimo protege a terra de pedaços de estrelas (meteoros) e completaram o seu tempo de vida e explodiram. Júpiter com a sua gigantesca gravidade e Saturno estão em uma posição de guardiões não permitindo que muitos corpos celestes que colocariam a terra em perigo passem por eles. Às vezes, alguns meteoros podem passar por estes dois planetas e atingirem a terra. Por isso, outro sentinela os espera, ou seja, a Lua. Uma vez que não tem atmosfera, todos os meteoros que caem na lua atingem a sua superfície. Podemos ver as crateras que se formam decorrentes desses impactos com um pequeno par de binóculos. Os meteoros que no inicio ignoraram a rota da lua queimam-se quando entram na atmosfera, a menos que eles sejam muito grandes.[4] A atmosfera também protege a terra dos nocivos raios que vem do espaço. Essas verdades são apontadas no Sagrado Quran da seguinte forma:

“E fizemos o céu como abóbada bem protegida; e, apesar disso, desdenham os seus sinais!” (Al-Anbiya (Os Profetas) 21:32)

Assim, o Nobre Quran, por um lado, é a o guia dos atos e comportamentos dos seres humanos, e por outro lado, ele aponta os segredos do universo e pede que o universo seja lido como um livro onde segredos podem ser pesquisados e revelados.

A quatorze séculos atrás, o Nobre Quran disse:

“E enviamos os ventos fecundantes e, então, fazemos descer água do céu, da qual vos damos de beber e que não podeis armazenar (por muito tempo).” (Al Hijr 15:22)

Séculos após a revelação desses versos foi descoberto que os ventos fecundam as plantas e nuvens.

No décimo nono e vigésimo versos da Surah Ar-Rahman (O Misericordioso) é dito que “Liberam os dois mares, para que se encontrassem. Entre ambos, há uma barreira, para que não seja ultrapassada.” Há uma expressão similar no qüinquagésimo terceiro verso da Surah Furqan.

Em recentes descobertas no estreito de Gibraltar, onde o Mar Mediterrâneo e o oceano Atlântico se encontram, verificou-se que havia uma barreira desconhecida e uma cortina invisível que impedia as águas de se misturarem. Assim, as duas águas dos dois mares não se misturam umas com as outras e ambas as partes preservam as suas características originais. O Capitão Jacques Cousteau, mais tarde, descobriu que as mesmas cortinas invisíveis existem em todos os pontos de encontros de mares com diferentes estruturas.[5]

O Nobre Quran é um milagre ainda maior no fato de que as decisões que ele contém satisfazem as necessidades de todas as eras. Não há deficiência ou irrelevância contidos nele que possam ser criticados por qualquer pessoa de consciência. Ele se mantém apresentando soluções a questões que surpreendem outros sistemas jurídicos. As decisões que ele estabelece contêm grande sabedoria e incutiu uma magnífica ordem social e política que encontrou seu apogeu em um período muito curto de tempo, diferente de qualquer outra civilização. Em uma nação desprovida de ciência e cultura, através de um Profeta que era analfabeto e sem instrução, apareceu de repente uma ordem perfeita que em um período curtíssimo de 23 anos mudou praticamente toda a Península Arábica em questão de moralidade e mentalidade.



[1].      Al-Hajj (A Peregrinação), 22: 5; Al Mu’minûn (Os Crentes), 23: 11-13.

 

[2].      Gary Miller, The Amazing Qur’an, pp. 34-39.

 

[3].      Prof. Dr. Osman Cakmak, Bir Çekirdekti Kâinat (The Universe was a Seed), p.28.

 

[4].      Prof. Dr. Osman Cakmak, Bir Çekirdekti Kâinat (The Universe was a Seed), pp. 94, 127.

 

[5].      Para mais detalhes sobre o Quran e a Ciência ver: Dr. Maurice Bucaille, La Bible le Coran et la science: les ecritures saintes examinees a la lumiere des connaissances modernes, Paris: Seghers, 1980 (The Bible, the Qur’an and science, trc. Alastair D. Pannell, Karaçi, t.y.); Afzalurrahman, Quranic Sciences, London 1981; http://www.islamiyayinlar.net/content/view/106/8/.